quinta-feira, 26 de junho de 2008

asfsafdfd

Quando a morte vem chegando, parece que as pessoas ficam em paz. Param de lutar contra ela e se entregam com uma docilidade quase incompreensível.
(Zevi Guivelder, As Seis Pontas da Estrela)


-Hoje o Mundo, ficou mais pobre!
jlkhlh
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Cantinho "CERTA" Ambiente

llkkk
Fonte de vida, a água é um bem fundamental. Dela dependemos para satisfazer as necessidades básicas.

Abrir uma torneira e dela sair água é um acto rotineiro par milhões de pessoas. Um recurso básico acessível nas sociedades ditas desenvolvidas, o que, pelo assumir de proporções exageradas no seu consumo, tem sido alvo de alarme. Excessos cometidos causados pelo seu desperdício e poluição estão a conduzir este recurso natural a uma escassez alarmante As Nações Unidas declararam 2003 como o “Ano Internacional da Água Doce” como forma de aviso para as grandes consequências se não houver uma diminuição do seu consumo. E estas passam pela propagação de doenças mortíferas, danos adicionais causados ao ambiente, ameaças à segurança e à estabilidade.

Na Cimeira do Milénio, líderes mundiais acordaram em reduzir para metade, até 2015, a percentagem de indivíduos que não podem ter acesso a água potável ou não dispõem de meios para a pagar. Se bem que os problemas relacionados com a água sejam gravíssimos no mundo em desenvolvimento, os países desenvolvidos também estão em perigo.

Daí que se quisermos garantir que a água continue a ser um bem vital ao qual temos acesso, seja importante garantira a sua poupança. A esta medida alia-se a necessidade de garantir a qualidade da água, a qual passa pela consciencialização de manter os rios limpos e evitar a sua poluição As permanentes descargas em rios que servem de captação para o consumo de milhões de pessoas tem constituído um dos maiores atentados contra a qualidade da água.

Neste aspecto é igualmente importante que o sector agrícola tome previdências. Com cerca de 70% da água a ser encaminhada para os campos agrícolas, o uso intensivo de pesticidas faz com que a água carregada de químicos que se infiltra nos solos contamine os lençóis freáticos. As lixeiras ou os aterros mal acondicionados são outra causa que contribui para a poluição da água. *

Sabia que:

Cerca de 1,1 mil milhões de pessoas não têm acesso a água potável e 2,4 milhões não sabem o que é saneamento básico, o que eleva o risco de epidemias várias.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Recados Para Orkut
- Que chatice estou mesmo constipada ... nao me apetece nada ir trabalhar!

Recados Para Orkut

... Ainda me apetece mais férias!!
.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Recados Para Orkut

- Vim só desejar um bom feriado! .... Fui...

sexta-feira, 6 de junho de 2008


Recados e Imagens - Mensagens - Orkut
Estou indo de férias...
uma semaninha e estou de volta.....

Recados e Imagens - Desenhos - Orkut

Cantinho "CERTA" Ambiente

O NOSSO PLANETA, está doente.....Ajude..

GREEN CORK - Program de Reciclagem de Rolhas de Cortiça

Assiste-se, actualmente, a uma grande pressão sobre as rolhas de cortiça, produto vital na cadeia de valor acrescentado que beneficia as comunidades rurais e que garante igualmente a sustentabilidade económica de todas as aplicações de cortiça. Esta pressão provém de produtos alternativos (vedantes sintéticos e cápsulas de alumínio), que são derivados do petróleo e do alumínio, indústrias ambientalmente nocivas.

Há, pois, que defender a rolha de cortiça como produto que garantiu e deverá continuar a garantir a manutenção do montado de sobreiros, um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do continente europeu e que se estima absorver, por ano, 4,8 milhões de toneladas de CO2, um dos principais gases causadores do efeito estufa e do consequente aquecimento global. Como a cortiça é a própria casca da árvore, também retém CO2 e ao ser reciclada, evitam-se emissões deste gás para a atmosfera, contrariamente ao que acontece quando se decompõe ou é incinerada.

O GREEN CORK é um Programa de Reciclagem de Rolhas de Cortiça desenvolvido pela Quercus, em parceria com a Corticeira Amorim, a Modelo/Continente e a Biological. Tem como objectivo não só a transformação das rolhas usadas noutros produtos, mas, também, com o seu esforço de reciclagem, permitir o financiamento de parte do Programa “CRIAR BOSQUES, CONSERVAR A BIODIVERSIDADE”, que utilizará exclusivamente árvores que constituem a nossa floresta autóctone, entre os quais o Sobreiro, Quercus suber.

O projecto foi construído tendo por base a utilização de circuitos de distribuição já existentes, o que permite obtermos um sistema de recolha sem custos adicionais, que possibilita que todas as verbas sejam destinadas à plantação de árvores. Tudo isto sem aumentar as emissões de CO2!

As rolhas de cortiça recicladas nunca são utilizadas para produzir novas rolhas, mas têm muitas outras aplicações, que vão desde a indústria automóvel, à construção civil ou aeroespacial.

A internacionalização do projecto está já a ser negociada. Em breve, as rolhas usadas de outros países europeus começarão a ser recicladas em Portugal, dentro de um esquema montado a partir daqui, resultando num contributo adicional para o esforço de reflorestações e conservação de florestas autóctones portuguesas. Este exemplo único de exploração de uma floresta autóctone, que conseguiu ao longo dos tempos conciliar criação de riqueza, serviço ambiental e impacto social positivo, irá agora completar este ciclo, renovando a própria floresta que esteve na sua origem.

O Continente e a Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza uniram-se em mais uma campanha - Green Cork, um programa de reciclagem de rolhas que está inserido num outro projecto que vai avançar em breve: O Condomínio da Terra.

Com isto pretende-se conservar a Natureza e todo aquili que ela nos disponibiliza

Neste contexto, o Green Cork/Rolinhas (assim se chama o contentor de recolha de rolhas de cortiça) constitui o primeiro projecto de reciclagem, tendo como objectivos muito concretos a cumprir até 2012:

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Dia Mundial do Ambiente
( 5 de Junho)

domingo, 1 de junho de 2008


Como uma criança rasga o embrulho de um brinquedo, na ânsia de o pegar... quero desembrulhar as minhas mágoas... dar-lhes colo e ensinar-las a sorrir...
gt;

quarta-feira, 28 de maio de 2008

O jornal Metro lança uma iniciativa social de dimensão nacional.

Dia 30, nos principais pontos de distribuição do jornal, receberemos livros, jogos, cd´s, dvd´s, e brinquedos em bom estado. Não dê aos outros o que não daria aos seus filhos.

Em conjunto com a Fundação do Gil, o Metro entregará o seu presente a crianças dos 0 aos 18 anos em Hospitais de Norte a sul do país, no Dia Mundial da Criança.

Vamos todos ajudar... pois ajudando fazemos deste mundo, um Mundo muito melhor.


terça-feira, 27 de maio de 2008

Não, não é cansaço...
É uma quantidade de desilusão
Que me entranha na espécie de pensar,
É um domingo às avessas
Do sentimento,
Um feriado passado no abismo...


Não, cansaço não é...
É eu estar existindo
É também o mundo,
Com tudo aquilo que contém,
Como tudo nele se desdobra
E afinal é a mesma coisa variada em cópias iguais.


Não. Cansaço por quê?
É uma sensação abstrata
Da vida concreta
Qualquer coisa como um grito
Por dar,
Qualquer coisa como uma angústia
Por sofrer,
Ou por sofrer completamente,
Ou por sofrer como...
Sim, ou por sofrer como...
Isso mesmo, como...


Como quê?...
Se soubesse, não haveria em mim este falso cansaço.

(Ai, cegos que cantam na rua.
Que formidável realejo
Que é a guitarra de um, e a viola de outro, e a voz dela!)

Porque oiço, vejo.
Confesso: é cansaço!...

O que há em mim é sobretudo cansaço
ão disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.

A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente -;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,

Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...

E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,

Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo. íssimo,
Cansaço...


Álvaro de Campos

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Aqui ficam mais umas "Obras de Arte" feitas pela "je"

1) - Caixinha para "bijus" - vista por dentro e por fora
2) - Caixinha para ganchos para a filha de uma amiga1
3) - Caixinha para relógios - oferta para o meu marido

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Pensamento do Dia

terça-feira, 20 de maio de 2008




















O Codex 632 de José Rodrigues dos Santos
Edição/reimpressão: 2005
Páginas: 550
Editor: Gradiva Publicações

Fantástico! Adorei!

Nunca vi o José Rodrigues dos Santos como romancista, mas sim como um pivot muito experiente! No entanto, gostei da forma como é abordado o tema.da Trissomia 21

Este livro tem duas histórias relativas à mesma pessoa, Tomás Noronha, professor de História da Universidade Nova de Lisboa e perito em Criptanálise e Línguas Antigas, acontecendo tudo isto em final do século XX, abordando cada uma das histórias dois temas com grande importância: "quem era Cristóvão Colombo?" e a "Trissomia 21".

Quanto a Cristovão Colombo, um facto histórico que nunca foi muito relevante para mim pois pouco ouvi falar senão os factores da história que se aprende no ensino básico, fiquei confrontado com algo que desconhecia, mas que é muito real: qual a origem de Cristovão Colombo e os seus verdadeiros dados. Pois bem, se formos por este tema, na minha opinião, o livro podia ficar um bocado desinteressante, pois muita gente desconhece este facto sobre Colombo, mas após ler o livro tenho de afirmar o contrário, pois está muito cativante e interessante.

Neste livro Tomás Noronha, casado com Constança, tendo eles uma filha, a pequena Margarida, uma menina que nasceu com uma disfunção genética, a Trissomia 21, é aboradado por uma organização norte-americana que o quer contratar para concluir a pesquisa de um historiador, que havia morrido, sobre o descobrimento do Brasil. Pois nessa busca, Tomás veio a descubrir que o historiador havia mudado o objectivo da sua pesquisa, centrando-se em Colombo e descubrindo algo muito importante, algo que selou muito bem selado, e que Tomás havia de descubrir. Tomás não era muito rico, e enfrentava graves problemas, no seio familiar e financeiro, não tendo dinheiro para o tratamento da filha, não podendo lhe proporcionar o ensino que precisava (pessoas com Trissomia 21 necessitam de um professor especializado e com acompanhamento prolongado, bem com exames médicos constantes), e este dinheiro veio em boa altura, mas nem tudo foram rosas para Tomás...

Com descrições de ambientes muito boas, uma excelente narrativa e um enredo muito cativante. Uma obra admirável que não se consegue parar de ler!
Aconselho vivamente! Até porque, é um escritor Português

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas ...
Que já têm a forma do nosso corpo ...
E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares ...

É o tempo da travessia ...
E se não ousarmos fazê-la ...
Teremos ficado ...
para sempre ...
À margem de nós mesmos..."


(Fernando Pessoa)

segunda-feira, 19 de maio de 2008



- Começo a ficar farta deste tempo!!!

- Nunca mais chega o Verão

sexta-feira, 9 de maio de 2008



Recados e Imagens - Bom Fim de Semana - Orkut

Ôpa.... tenho andado mesmo com falta de imaginação....

- Não sei o que hei-de escrever....olha, bom fim de semana, tá....!

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Ôpa!!! - já faz muito tempo que não venho "postar" nada! - Mas o tempo não tem permitido...
Muito trabalho lá no escritório .... em casa idem. e sempre que sobra um tempinho há sempre algo mais para fazer. ..como por exemplo algumas caixinhas...
Hei-las, são elas que me têm ocupado o pouco tempo livre que me vai subrando...
1) - Caixinha para o chá - vista por dentro e por fora
2) - Caixinha para lápis - vista por dentro e por fora
3) - Caixinha para ganchos - vista por dentro e por fora
4) - Conjunto de duas caixinhas - vista por dentro e por fora

quinta-feira, 10 de abril de 2008

quarta-feira, 9 de abril de 2008



Cai chuva do céu cinzento
Que não tem razão de ser.
Até o meu pensamento
Tem chuva nele a escorrer.
Tenho uma grande tristeza
Acrescentada à que sinto.
Quero dizer-ma mas pesa
O quanto comigo minto.

Fernando Pessoa"

terça-feira, 1 de abril de 2008

Este fim de semana, fui ver a Ópera "Madama Butterfly" , ópera dividida em três Actos de Giacomo Puccini, baseada no drama de David Belasco, que estava no Coliseu dos Recreios.

É Magnifico.

Acto I

Benjamin Franklin Pinkerton, oficial da marinha dos Estados Unidos em Nagasaki, acaba de fazer um excelente negócio: comprou não somente uma casa na colina, com vista para o mar e o porto de Nagasaki, mas também leva de brinde uma gueixa, Cio-Cio-San, garota de apenas quinze anos de idade, que irá morar com ele na casa. Goro, o agente imobiliário e matrimonial, mostra a Pinkerton sua nova casa, quando chegam Suzuki, sua nova serva, aia de Butterfly, e Sharpless, cônsul dos Estados Unidos em Nagasaki. Pinkerton oferece um uísque ao amigo, e explica a ele o negócio que acaba de fazer. Sharpless o adverte, porém, de que seria um grande pecado machucar os sentimentos da garota, que parece acreditar na seriedade desse casamento e está perdidamente apaixonada por ele. Pinkerton, numa atitude discriminatória e ignorante, ergue um brinde ao dia em que se casará de verdade com uma esposa americana. Chega Butterfly com suas amigas, que cantam um hino à beleza da paisagem e à ternura das garotas do Japão, enquanto Cio-Cio-San canta seu amor por Pinkerton. Chegam convidados, os parentes todos de Butterfly, com exceção do tio, um monge budista que se opõe a esse casamento. Butterfly, porém, confessa que visitou a missão americana em Nagasaki e se converteu à religião de Pinkerton - prova da sinceridade dos seus sentimentos. A cerimônia de casamento de Butterfly e Pinkerton é interrompida pela chegada do tio bonzo, que ficou sabendo que Butterfly havia renunciado à fé dos seus antepassados, e lança uma maldição contra ela. Butterfly chora, mas é consolada pelo marido. Os convidados se retiram, e Butterfly e Pinkerton estão finalmente a sós. A noite cai. Segue-se um dueto de amor entre ambos.

Acto II
Pinkerton regressou aos Estados Unidos; prometeu, porém, que voltaria "quando os pintarroxos fizerem os seus ninhos." Já se passaram três anos. Butterfly chora, e Suzuki reza o tempo inteiro, ajoelhada diante da imagem do Buda. Suzuki diz a Butterfly que suspeita que seu marido não voltará mais. "Cala a boca, ou te mato!", responde Butterfly. Ela chora, mas não perde a esperança: Un bel dì vedremo - um belo dia veremos um fio de fumaça no horizonte - o navio de Pinkerton! Chega Sharpless, que traz uma carta de Pinkerton para Butterfly, cujo objetivo é prepará-la para o golpe que ela vai receber, ao saber que ele se casou com uma americana. Butterfly lhe pergunta quando fazem seus ninhos na América os pintarroxos. "Não sei," responde Sharpless, "nunca estudei ornitologia." Logo após chega Goro, trazendo um novo candidato à mão de Butterfly: o Príncipe Yamadori, homem rico e perdidamente apaixonado por Butterfly. Butterfly o repele com zombarias, reafirma que está casada com Pinkerton, e manda o príncipe e o insolente nakodo embora de sua casa. Sharpless começa a ler a carta, mas não consegue terminar a leitura, porque Butterfly o interrompe o tempo todo com manifestações de carinho e fidelidade ao marido, e ele também não tem coragem de revelar-lhe a rude verdade. Num gesto brusco, ele fecha a carta, a põe de volta no bolso, e pergunta a ela o que ela faria se ele não voltasse. Voltaria a ser gueixa, responde Butterfly; ou, melhor ainda - "me mataria." Sharpless pede a ela que pare de alimentar ilusões e aceite a proposta do rico Yamadori. Sentindo-se ultrajada, Butterfly mostra a ele o filho que ela teve com Pinkerton, cuja existência tanto o cônsul como Pinkerton ignoravam. Sharpless promete escrever a Pinkerton para revelar a ele a existência desse seu filho, e se retira. Lá fora, Suzuki golpeia Goro, acusando-o de espalhar calúnias a respeito do filho de Butterfly, dizendo que ninguém sabe quem é o pai do garoto. Ouve-se um tiro de canhão vindo do porto. Uma nave de guerra! Butterfly olha com seus binóculos e lê o nome do navio: é o Abraham Lincoln, o navio de Pinkerton. Suzuki e Butterfly decoram a casa com flores primaveris, para aguardar a chegada de Pinkerton (Scuoti quella fronda di ciliegio, o famoso Dueto das Flores). Sem poder dormir, Butterfly esperará a noite toda pelo marido.


Acto III

Butterfly, que não dormiu a noite inteira, canta uma cantiga de ninar para o filho, que adormece nos seus braços. Suzuki aconselha a ela que durma também; quando Pinkerton chegar, ela virá despertá-la. Exausta, ela por fim cai no sono. Falta pouco para amanhecer quando batem à porta; Suzuki vai atender, são Sharpless e Pinkerton. Pinkerton, ao ver todas as flores e ao ouvir de Suzuki como Butterfly o esperou todos esses anos, é tomado de um súbito remorso. De repente, Suzuki nota uma mulher no jardim, e pergunta quem é ela. Sharpless não aguenta mais essa farsa e conta-lhe toda a verdade. Suzuki leva as mãos ao rosto e diz: "Santas almas! Para a pequena, o sol se apagou!" Sharpless pede a Suzuki que vá ao jardim falar com Kate Pinkerton. Enquanto isso, este último, possuído por um remorso avassalador, por fim reconhece que foi naquela casinha pequenina que ele conheceu a verdadeira felicidade (Addio, fiorito asil). Pinkerton sai correndo; ele não tem coragem de enfrentar a jovem cuja vida ele destruiu. Butterfly desperta e, ao sair do quarto onde estava dormindo, entra na sala e se depara com Sharpless, Suzuki, e uma mulher estranha. Suzuki chora. Num átimo, Butterfly compreende tudo. "Não! Não me digam nada. Eu já sei. Aquela é a mulher de Pinkerton?" Kate pede a ela que lhe entregue o seu filho. "Serei como uma mãe para ele." Butterfly promete que o entregará dentro de meia hora. Sharpless e Kate se retiram, e Butterfly pede a Suzuki que vá buscar seu filho. Enquanto isso, ela retira de um baú um punhal, com o qual seu pai havia cometido seppuku, um suicídio ritual japonês, e lê a inscrição: "Com honra morre aquele que não mais com honra viver pode." Suzuki volta com o garoto, e Butterfly pede a ela que a deixe a sós com ele. Ela beija ternamente o seu filho, e pede a ele que nunca se esqueça da sua mãe japonesa. Venda os olhos do menino, dá-lhe uns brinquedos para que brinque, e enfia a faca no ventre.

quinta-feira, 27 de março de 2008

quarta-feira, 26 de março de 2008

Recados e Imagens - Fadas - Orkut

- Este é um dia muito especial para mim....

terça-feira, 25 de março de 2008

Photobucket - Video and Image Hosting
Hoje estou assim.... tenho tanto sono que só me apetece dormir !!

quarta-feira, 19 de março de 2008



Dia Dos Pais - Recados Para Orkut

Ser pai é ser companheiro,
construindo no ninho familiar a grandeza dos filhos,
para alicerçar valores que edificam a sociedade.

Ser pai é ser jardineiro,
plantando raizes de virtudes,
para que o lar seja sementeira de luz e de verdade.

Ser pai é ser guardiao,
guarnecendo o espaço sagrado de seu templo-familia.
cultivando no coraçao dos filhos a semente da harmonia.

Ser pai é ser fonte de vida,
inaugurando nossa historia com gestos de amor,
renovando permanentemente a herança da criaçao.

Ser pai é ser poeta,
declamando com carinho os versos de sua vivencia,
para cultivar e enobrecer os projectos de nossa existencia.

FELIZ DIA DO PAI

Estou a precisar de carregar "baterias"!
- Eu sei que são apenas 4 diazinhos, mas vêem mesmo a calhar, pois preciso imenso de descansar. – Só é pena o tempo não estar a ajudar muito….

Mas vai saber bem estar em casa c/ a lareira acesa, a ouvir o crepitar do lume enquanto cá fora está um tempo medonho.

“ tou indo” ......

segunda-feira, 17 de março de 2008


Chuva.....Chuva e mais chuva, hoje está um dia

medonho...!

Photobucket - Video and Image Hosting

Que a cada amanhecer dos seu dia nasça contigo uma flor
Que cada sorriso teu, seja as pétalas que torna esta flor mais completa
Que cada pensamento positivo, seja o caule ... que a sustenta
Que cada passo para a vitória, seja a terra que alimenta.
Que cada gesto seu, seja o sol que fornece energia e o brilho de teus olhos, seja a beleza e a simplicidade dessa flor que me embriaga com o seu perfume e me encanta com seu carisma.
Essa flor que desabrocha em seus pensamentos e me tranforma em você.
Uma flor que vai permanecer intacta às mais diferentes épocas, aso mais inesperados destinos, uma flor que nunca vou permitir morrer.
Sabe porquê?
- Porque ela é linda como voce, e porque todos a chamam de:
AMIZADE





















Irmãs de Sangue
de Stephanie Keating, Barbara Keating
Edição: 2007
Páginas: 672
Editor: Edições Asa

Acabei este fim de semana de ler o livro "Irmãs de Sangue". de Stephanie Keating, Barbara Keating

História passada no Quénia, 1957, quando da descolonização, relata-nos a história de três meninas de meios sociais muito diferentes tornam-se irmãs de sangue: a irlandesa Sara Mackay, a africânder Hanna van der Beer e a britânica Camilla Broughton Smith juram que nada nem ninguém quebrará o laço que as une. Mas o que o futuro lhes reserva vai pôr à prova os seus sonhos e certezas.

Separadas pela distância e pelas obrigações familiares, as três jovens são atiradas para um mundo de interesses em conflito. Camilla alcança o sucesso como modelo na animada Londres da década de 1960; Sarah Mackay é enviada para a universidade na sua Irlanda natal, uma experiência penosa que apenas fortalece a sua determinação de voltar para África; e a família de Hannah Van der Beer esforça-se para manter a fazenda que os seus antepassados africânderes erigiram na viragem do século. Os seus laços serão constantemente postos à prova e, a par do exotismo de África, a sua amizade será pano de fundo para interesses amorosos cruzados e promessas quebradas.

Aconselho vivamente a quem é um apaixonado por África, pois as escritoras relatam-nos uma África cheia de esplendor. É de facto um romance fascinante.

Se gostou, aconselho ainda o livro das mesmas autoras, "Á minha filha em França" - Este relata-nos a história de um testamento feito por um pai, a uma filha, desconhecida dos restantes membros familiares. Esta revelação vem alterar bastante a relação entre irmãos, os conflitos que todos têm que enfrentar. A aceitação deste novo membro no seio familiar e tudo o que isso implica.

Romance muito comovente e realista.