quinta-feira, 5 de junho de 2008
quarta-feira, 4 de junho de 2008
domingo, 1 de junho de 2008
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Dia 30, nos principais pontos de distribuição do jornal, receberemos livros, jogos, cd´s, dvd´s, e brinquedos em bom estado. Não dê aos outros o que não daria aos seus filhos.
Em conjunto com a Fundação do Gil, o Metro entregará o seu presente a crianças dos 0 aos 18 anos em Hospitais de Norte a sul do país, no Dia Mundial da Criança.
Vamos todos ajudar... pois ajudando fazemos deste mundo, um Mundo muito melhor.
terça-feira, 27 de maio de 2008
É uma quantidade de desilusão
Que me entranha na espécie de pensar,
É um domingo às avessas
Do sentimento,
Um feriado passado no abismo...
Não, cansaço não é...
É eu estar existindo
É também o mundo,
Com tudo aquilo que contém,
Como tudo nele se desdobra
E afinal é a mesma coisa variada em cópias iguais.
Não. Cansaço por quê?
É uma sensação abstrata
Da vida concreta
Qualquer coisa como um grito
Por dar,
Qualquer coisa como uma angústia
Por sofrer,
Ou por sofrer completamente,
Ou por sofrer como...
Sim, ou por sofrer como...
Isso mesmo, como...
Como quê?...
Se soubesse, não haveria em mim este falso cansaço.
(Ai, cegos que cantam na rua.
Que formidável realejo
Que é a guitarra de um, e a viola de outro, e a voz dela!)
Porque oiço, vejo.
Confesso: é cansaço!...

A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente -;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo. íssimo,
Cansaço...
quarta-feira, 21 de maio de 2008
terça-feira, 20 de maio de 2008
O Codex 632 de José Rodrigues dos Santos
Edição/reimpressão: 2005
Páginas: 550
Editor: Gradiva Publicações
Fantástico! Adorei!
Nunca vi o José Rodrigues dos Santos como romancista, mas sim como um pivot muito experiente! No entanto, gostei da forma como é abordado o tema.da Trissomia 21
Este livro tem duas histórias relativas à mesma pessoa, Tomás Noronha, professor de História da Universidade Nova de Lisboa e perito em Criptanálise e Línguas Antigas, acontecendo tudo isto em final do século XX, abordando cada uma das histórias dois temas com grande importância: "quem era Cristóvão Colombo?" e a "Trissomia 21".
Quanto a Cristovão Colombo, um facto histórico que nunca foi muito relevante para mim pois pouco ouvi falar senão os factores da história que se aprende no ensino básico, fiquei confrontado com algo que desconhecia, mas que é muito real: qual a origem de Cristovão Colombo e os seus verdadeiros dados. Pois bem, se formos por este tema, na minha opinião, o livro podia ficar um bocado desinteressante, pois muita gente desconhece este facto sobre Colombo, mas após ler o livro tenho de afirmar o contrário, pois está muito cativante e interessante.
Neste livro Tomás Noronha, casado com Constança, tendo eles uma filha, a pequena Margarida, uma menina que nasceu com uma disfunção genética, a Trissomia 21, é aboradado por uma organização norte-americana que o quer contratar para concluir a pesquisa de um historiador, que havia morrido, sobre o descobrimento do Brasil. Pois nessa busca, Tomás veio a descubrir que o historiador havia mudado o objectivo da sua pesquisa, centrando-se em Colombo e descubrindo algo muito importante, algo que selou muito bem selado, e que Tomás havia de descubrir. Tomás não era muito rico, e enfrentava graves problemas, no seio familiar e financeiro, não tendo dinheiro para o tratamento da filha, não podendo lhe proporcionar o ensino que precisava (pessoas com Trissomia 21 necessitam de um professor especializado e com acompanhamento prolongado, bem com exames médicos constantes), e este dinheiro veio em boa altura, mas nem tudo foram rosas para Tomás...
Com descrições de ambientes muito boas, uma excelente narrativa e um enredo muito cativante. Uma obra admirável que não se consegue parar de ler!
Aconselho vivamente! Até porque, é um escritor Português

sexta-feira, 9 de maio de 2008
quarta-feira, 7 de maio de 2008
quinta-feira, 10 de abril de 2008
quarta-feira, 9 de abril de 2008
terça-feira, 1 de abril de 2008
Este fim de semana, fui ver a Ópera "Madama Butterfly" , ópera dividida em três Actos de Giacomo Puccini, baseada no drama de David Belasco, que estava no Coliseu dos Recreios.
É Magnifico.
Acto I
Benjamin Franklin Pinkerton, oficial da marinha dos Estados Unidos em Nagasaki, acaba de fazer um excelente negócio: comprou não somente uma casa na colina, com vista para o mar e o porto de Nagasaki, mas também leva de brinde uma gueixa, Cio-Cio-San, garota de apenas quinze anos de idade, que irá morar com ele na casa. Goro, o agente imobiliário e matrimonial, mostra a Pinkerton sua nova casa, quando chegam Suzuki, sua nova serva, aia de Butterfly, e Sharpless, cônsul dos Estados Unidos em Nagasaki. Pinkerton oferece um uísque ao amigo, e explica a ele o negócio que acaba de fazer. Sharpless o adverte, porém, de que seria um grande pecado machucar os sentimentos da garota, que parece acreditar na seriedade desse casamento e está perdidamente apaixonada por ele. Pinkerton, numa atitude discriminatória e ignorante, ergue um brinde ao dia em que se casará de verdade com uma esposa americana. Chega Butterfly com suas amigas, que cantam um hino à beleza da paisagem e à ternura das garotas do Japão, enquanto Cio-Cio-San canta seu amor por Pinkerton. Chegam convidados, os parentes todos de Butterfly, com exceção do tio, um monge budista que se opõe a esse casamento. Butterfly, porém, confessa que visitou a missão americana em Nagasaki e se converteu à religião de Pinkerton - prova da sinceridade dos seus sentimentos. A cerimônia de casamento de Butterfly e Pinkerton é interrompida pela chegada do tio bonzo, que ficou sabendo que Butterfly havia renunciado à fé dos seus antepassados, e lança uma maldição contra ela. Butterfly chora, mas é consolada pelo marido. Os convidados se retiram, e Butterfly e Pinkerton estão finalmente a sós. A noite cai. Segue-se um dueto de amor entre ambos.
Acto II
Pinkerton regressou aos Estados Unidos; prometeu, porém, que voltaria "quando os pintarroxos fizerem os seus ninhos." Já se passaram três anos. Butterfly chora, e Suzuki reza o tempo inteiro, ajoelhada diante da imagem do Buda. Suzuki diz a Butterfly que suspeita que seu marido não voltará mais. "Cala a boca, ou te mato!", responde Butterfly. Ela chora, mas não perde a esperança: Un bel dì vedremo - um belo dia veremos um fio de fumaça no horizonte - o navio de Pinkerton! Chega Sharpless, que traz uma carta de Pinkerton para Butterfly, cujo objetivo é prepará-la para o golpe que ela vai receber, ao saber que ele se casou com uma americana. Butterfly lhe pergunta quando fazem seus ninhos na América os pintarroxos. "Não sei," responde Sharpless, "nunca estudei ornitologia." Logo após chega Goro, trazendo um novo candidato à mão de Butterfly: o Príncipe Yamadori, homem rico e perdidamente apaixonado por Butterfly. Butterfly o repele com zombarias, reafirma que está casada com Pinkerton, e manda o príncipe e o insolente nakodo embora de sua casa. Sharpless começa a ler a carta, mas não consegue terminar a leitura, porque Butterfly o interrompe o tempo todo com manifestações de carinho e fidelidade ao marido, e ele também não tem coragem de revelar-lhe a rude verdade. Num gesto brusco, ele fecha a carta, a põe de volta no bolso, e pergunta a ela o que ela faria se ele não voltasse. Voltaria a ser gueixa, responde Butterfly; ou, melhor ainda - "me mataria." Sharpless pede a ela que pare de alimentar ilusões e aceite a proposta do rico Yamadori. Sentindo-se ultrajada, Butterfly mostra a ele o filho que ela teve com Pinkerton, cuja existência tanto o cônsul como Pinkerton ignoravam. Sharpless promete escrever a Pinkerton para revelar a ele a existência desse seu filho, e se retira. Lá fora, Suzuki golpeia Goro, acusando-o de espalhar calúnias a respeito do filho de Butterfly, dizendo que ninguém sabe quem é o pai do garoto. Ouve-se um tiro de canhão vindo do porto. Uma nave de guerra! Butterfly olha com seus binóculos e lê o nome do navio: é o Abraham Lincoln, o navio de Pinkerton. Suzuki e Butterfly decoram a casa com flores primaveris, para aguardar a chegada de Pinkerton (Scuoti quella fronda di ciliegio, o famoso Dueto das Flores). Sem poder dormir, Butterfly esperará a noite toda pelo marido.
Acto III
Butterfly, que não dormiu a noite inteira, canta uma cantiga de ninar para o filho, que adormece nos seus braços. Suzuki aconselha a ela que durma também; quando Pinkerton chegar, ela virá despertá-la. Exausta, ela por fim cai no sono. Falta pouco para amanhecer quando batem à porta; Suzuki vai atender, são Sharpless e Pinkerton. Pinkerton, ao ver todas as flores e ao ouvir de Suzuki como Butterfly o esperou todos esses anos, é tomado de um súbito remorso. De repente, Suzuki nota uma mulher no jardim, e pergunta quem é ela. Sharpless não aguenta mais essa farsa e conta-lhe toda a verdade. Suzuki leva as mãos ao rosto e diz: "Santas almas! Para a pequena, o sol se apagou!" Sharpless pede a Suzuki que vá ao jardim falar com Kate Pinkerton. Enquanto isso, este último, possuído por um remorso avassalador, por fim reconhece que foi naquela casinha pequenina que ele conheceu a verdadeira felicidade (Addio, fiorito asil). Pinkerton sai correndo; ele não tem coragem de enfrentar a jovem cuja vida ele destruiu. Butterfly desperta e, ao sair do quarto onde estava dormindo, entra na sala e se depara com Sharpless, Suzuki, e uma mulher estranha. Suzuki chora. Num átimo, Butterfly compreende tudo. "Não! Não me digam nada. Eu já sei. Aquela é a mulher de Pinkerton?" Kate pede a ela que lhe entregue o seu filho. "Serei como uma mãe para ele." Butterfly promete que o entregará dentro de meia hora. Sharpless e Kate se retiram, e Butterfly pede a Suzuki que vá buscar seu filho. Enquanto isso, ela retira de um baú um punhal, com o qual seu pai havia cometido seppuku, um suicídio ritual japonês, e lê a inscrição: "Com honra morre aquele que não mais com honra viver pode." Suzuki volta com o garoto, e Butterfly pede a ela que a deixe a sós com ele. Ela beija ternamente o seu filho, e pede a ele que nunca se esqueça da sua mãe japonesa. Venda os olhos do menino, dá-lhe uns brinquedos para que brinque, e enfia a faca no ventre.
quinta-feira, 27 de março de 2008
quarta-feira, 19 de março de 2008
construindo no ninho familiar a grandeza dos filhos,
para alicerçar valores que edificam a sociedade.
Ser pai é ser jardineiro,
Ser pai é ser guardiao,
Ser pai é ser fonte de vida,
Ser pai é ser poeta,
FELIZ DIA DO PAI
Estou a precisar de carregar "baterias"!
- Eu sei que são apenas 4 diazinhos, mas vêem mesmo a calhar, pois preciso imenso de descansar. – Só é pena o tempo não estar a ajudar muito….
Mas vai saber bem estar em casa c/ a lareira acesa, a ouvir o crepitar do lume enquanto cá fora está um tempo medonho.
“ tou indo” ......
segunda-feira, 17 de março de 2008
Que cada sorriso teu, seja as pétalas que torna esta flor mais completa
Que cada pensamento positivo, seja o caule ... que a sustenta
Que cada passo para a vitória, seja a terra que alimenta.
- Porque ela é linda como voce, e porque todos a chamam de:
Acabei este fim de semana de ler o livro "Irmãs de Sangue". de Stephanie Keating, Barbara Keating
História passada no Quénia, 1957, quando da descolonização, relata-nos a história de três meninas de meios sociais muito diferentes tornam-se irmãs de sangue: a irlandesa Sara Mackay, a africânder Hanna van der Beer e a britânica Camilla Broughton Smith juram que nada nem ninguém quebrará o laço que as une. Mas o que o futuro lhes reserva vai pôr à prova os seus sonhos e certezas.














